Quando você coloca o nome de sua primeira grande tour nos EUA durante anos de “S— Is F—ed Up Tour”, há provavelmente uma boa explicação. “é simples: o mundo está bem bagunçado”, explica o Dexter Holland, frontman da eternalkmente popuplar banda de pop-punk The Offspring. “Escrevemos essa música ano passado, e ela parece estar mais relevant do que nunca.”
E enquanto o mundo entra em ruínas, o The Offspring continua estável. Cinco anos depois do último álbum deles (”Slpinter)”, o álbum “Rise And Fall, Rage and Grace” de 2008 mostrou os veteranos de Orange Country à força total. Neste verão, Holland e os seus colegas de bandas vão finalmente fazer uma turnê nos EUA d enovo, trazendo de volta uma equipe de bandas de aberturas cheia de esrtelas. Falamos com o cantor no dia antes da turnê, e descobrimos o que ele achava sobre ficar mais velho, os prazeres de “Guitar Hero” e como não morrer em uma briga de faca.
Você está chamando essa turnê de “S— Is F—ed Up Tour”. É um tema interessante.
O nome vem de uma das músicas no novo álbum. Haverá alguams incorporações do tema no nosso palco e coisas do tipo… mas não será um show de conceito.
Você está levando sete badnas diferentes na turnê (Dropkick Murphys, Alkaline Trio, Sum 41, Street Dogs, Pennywise, Shiny Toy Guns, Frank Turner), com cada uma tocando em algumas cidades. Por quê fazer isso?
O principal motivo é que elas já estavam comprometidas com outras turnês. Quero dizer, amamos os Dropkick Murphys, mas eles só estavam disponíveis para alguns shwos da Costa Leste. E para casos de bandas como o Shiny Toy Guns… nunca tocamos com eles, mas eu já os vi num pequeno clube, e eu os achei bem bons, e pensei que seriam uma boa adição à turnê.
Ao envelhecer - desculpe - fazer turnê fica mais difícil?
Na verdade não. Acredito que ficará. Talvez bebamos um pouco menos.
Já fazem aproximadamente cinco anos entre o seu novo álbum de estúdio e o seu último, e quase o mesmo tanto de espera para uma turnê completa nos EUA. O que aconteceu?
Não foi de propósito. É engraçado como o tempo se afasta de você. Fizemos o álbum “Greatest Hits” alguns anos atrás, e quando já tinhamos feito a divulgação, dois anos tinham se passado. Falamos meio que tipo, “É melhor começar a trabalhar em cosia nova!”. E mais, este é o nosso oitavo álbum, e nós queríamos mesmo nos desafiar. Tivemos um tempinho extra.
O Chris Cornell fez um álbum de dance com o Timbaland. Você já teve vontade de ser “desafiado” com esse novo álbum?
[Risadas] Trabalhamos com nossas forças. Nunca faríamos uma mistura com jazz ou coisa do tipo. A primeira coisa era que seria melódico, bem orientado pelas guitarras, e partimos daí.
Anos atrás, você queria ser parceiro da Napster para uma turnê e distribuir seu álbum online. Olhando pra trás e sabendo o que você sabe agora, foi uma boa decisão?
[Longa pausa] Bom… aquela foi uma idéia idiota. [Risadas] Tudo mudou. Apoiávamos muito coisas como Napster naquela época. Era meio que um serviço de divulgação. Mas agora está mais complciado. Tendo dito isso, coisas como o iTunes são ótimas, um jeito legítimo de conseguir música. Infelizmente,eu acho que o mercado mudou, nós achamos que um álbum é muito mais que uma ou duas músicas hits, mas com novos métodos de conseguir música, as pessoas tendem à ficar fechadas para os singles.
Vocês já conferiram o “Rock Band” e o “Guitar Hero”?
Acho que eles são ótimos. É uma ótima maneira de expor as pessoas à música. As pessoas não gostam menos de música, o problema é fazer com que as pessoas paguem por ela (música). Na verdade, o filho do Noodles (guitarrista) tinha acabado de jogar “Guitar Hero 3″ no outro dia e estava cantando Blue Oyster Cult. Ele com certeza estava nunca seria exposto àquilo de qualquer outra maneira.
Seu último single, “Kristy, Are You Doing Okay?” é uma música mais devagar pra você. Isso está indo bem com seus fãs?
Paree que sim. Tocamos numa estação de rádio Top 40 em San Antonio, e parece que todo mundo sabia a letra. É uma música pessoal sobre alguém, que óbviamente não se chama Kristy na vida real, que eu conhecia e foi abusada sexualmente quando era crianaça. Eu não poderia me envolver no que aconteceu com ela na época. Então, sou eu voltando ao passado e dizendo “Sinto muito que isso tenha acontecido pra você e gostaria de poder ter feito mais.”
Vocês e o Coldplay têm uma música chamada “Fix You” nos seus álbuns mais recentes; qual é melhor?
A nossa, claro! Na verdade, o Coldplay é uma ótima banda. Eu não sabia que eles tinham uma música com o mesmo nome.
Você podeira processá-los. Todo mundo está processando o Coldplay.
Ei, é mesmo! Eu escreve essa música muuuuuuito antes deles.
Há algum país no qual vocês são mais populares que aqui?
É engraçado, acho que é diferente com toda banda. Nós nos damos bem na Europa. Eu acho que se você toca lá bastante, tem meio que tipo… bem, não uma “lealdade”, mas você fica estabilizado. O Japão é ótimo pra gente. N averdade, eu acho que é o nosso uso de “whoas whoas” nas músicas… você não tem que saber Inglês pra cantar.
Vocês originalmente íam chamar o seu álbum de 2003 “Chinese Democracy (You Snooze You Lose” como meio que uma piada. Você já ouviu o novo álbum do Guns N’ Roses?
Na verdade nos compartilhamos um baterista-Josh Freese, ele tocou com eles por alguns anos, e ele tem feito nossas baterias no estudio recentemente. E sobre o novo álbum… Eu não gosto de dizer coisas negativas sobre bandas, vou deixar assim. Não é um de meus álbuns favoritos.
Bem diplomático! Pelo fato de estar em uma banda que está por aí por quase duas décadas, qual é o rumor mais estranho que vocês já ouviram sobre vocês?
Que o Noodles tinha sido em uma briga de faca. Muito tempo atrás, fizemos um show beneficente nesse clube com uma banda chamada Final Conflic. Alguns skinheads apareceram, eles tinham um probleminha com a banda. O Noodles, como um bom pacifista, tentou intervir. Alguns skinheads bateram nele no braço, e acredito que de fato ele tinha uma faca, e por causa do Noodles estar sangrando um pouco no bíceps. Só um pouquinho. No dia seguinte, todo mundo ouviu que ele estava morto.
Tendo oito álbuns e quase 20 anos com a banda, vocês acham que podem continuar?
Ainda estamos muito inspirados. Eu vejo bandas como o U2, por exemplo, e óbviamente é bom pra eles. Eles ainda gostam disso.Acredito que possamos fazer isso por mais um tempinho.